Quarta-feira passada, como tinha anunciado, fui ao show da gravação do cd do Grupo Dose Certa, no Teatro Fecap.
A casa não estava lotada, mas todos os fãs de carteirinha do grupo estavam lá.
Esses meninos são, realmente, especiais. Olhando cada um deles, nós percebemos que a ausência de um interfere em quem eles são. A voz do Wilsinho é uma marca forte, as composições de Jonatas Petróleo e Alemão do Cavaco (ganhador do samba da Mangueira e da X9 paulistana em 2011) são valorosas, o Vinicuis no violão dá consistência ao grupo e o grande Vitor da Candelária é o ponto de equilíbrio musical de toda a banda.
Não é a toa que a gravação desse cd, envolveu mais 7 profissionais (2 percussionistas, 2 backing vocal e 3 metais), além dos 5 da banda.
Além de todos esses instrumentistas, vários interpretes convidados farão parte do novo disco e estavam lá para a gravação. Leci Brandão, Pedro Miranda, Ana Costa, Verônica Ferriani, Wanderley Monteiro e Ivan Lins estavam presentes nos 2 dias de shows.
Tudo muito bem feito, tudo muito bem organizado. A emoção dos integrantes da banda dava quase para se pegar, de tão intensa que era.
Não foi à toa que Vitor da Candelária chorou copiosamente quando começou a agradecer às pessoas que participaram da sua carreira, especialmente ao Cícero, dono do Bar Samba, onde eles começaram a despontar para o seu público, inclusive para mim.
Parabéns a eles e a todos que participaram da elaboração desse show. Foi tudo muito bonito e emocionante.
Não vejo a hora de chegar fevereiro para que possa comprar esse cd.
Tentarei, nesse Blog, mostrar o que para mim é fonte de prazer. Belas Pessoas, Belos Músicos, Belos Ambientes, Belos Destinos, ou seja, o Belo, em geral, será parte integrante deste blog. Quem estiver de acordo com esses propósitos e quiser comentar alguma postagem, por favor, deixe também o seu recado.
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domingo, 5 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
Eu Vi .... e Adorei
Terça-feira passada, dia 23/11, fui ao Citibank Hall assistir a um show patrocinado pela empresa Accenture que teve a feliz idéia de trazer ao Brasil a banda Preservation Hall Jazz Band para tocar junto com grandes nomes do choro brasileiro.
A banda americana veio com todo o seu swing do jazz tradicional causando êxtase na platéia, que lotava a casa.
Para fazer a "ligação" entre o choro e o jazz, foi chamado o maior bandolinista brasileiro, Hamilton de Holanda. Ele, como sempre, arrasou.
Enquanto a Jazz Band homenageava Louis Armstrong, os nossos chorões reverenciavam o grande Pixinguinha.
De tempos em tempos, o jornalista, escritor e pesquisador musical Sérgio Cabral, adentrava ao palco para educar os espectadores com um pouco das histórias da MPB.
A única coisa que não ficou bem encaixada na apresentação, foram os cantores escolhidos para cantar as músicas do brasileiro homenageado. A Maria Rita, como de costume, não consegue alcançar a qualidade dos músicos que a acompanhava. Ney Matogrosso, sempre performático, parece que tinha ouvido Pixinguinha pela primeira vez e que não teve tempo de se preparar para a apresentação. Mas nenhum deles comprometeu o grande show que ocorreu naquele palco.
Parabéns a Accenture que conseguiu por em prática um belo projeto.
Abaixo, o final da apresentação, onde os chorões e os jazzistas se unem e fazem uma festa, para delírio dos presentes.
A banda americana veio com todo o seu swing do jazz tradicional causando êxtase na platéia, que lotava a casa.
Para fazer a "ligação" entre o choro e o jazz, foi chamado o maior bandolinista brasileiro, Hamilton de Holanda. Ele, como sempre, arrasou.
Enquanto a Jazz Band homenageava Louis Armstrong, os nossos chorões reverenciavam o grande Pixinguinha.
De tempos em tempos, o jornalista, escritor e pesquisador musical Sérgio Cabral, adentrava ao palco para educar os espectadores com um pouco das histórias da MPB.
A única coisa que não ficou bem encaixada na apresentação, foram os cantores escolhidos para cantar as músicas do brasileiro homenageado. A Maria Rita, como de costume, não consegue alcançar a qualidade dos músicos que a acompanhava. Ney Matogrosso, sempre performático, parece que tinha ouvido Pixinguinha pela primeira vez e que não teve tempo de se preparar para a apresentação. Mas nenhum deles comprometeu o grande show que ocorreu naquele palco.
Parabéns a Accenture que conseguiu por em prática um belo projeto.
Abaixo, o final da apresentação, onde os chorões e os jazzistas se unem e fazem uma festa, para delírio dos presentes.
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